segunda-feira, 24 de setembro de 2018

BASSETTO / BASSETO

 CASAMENTO ENTRE AURÉLIO BASSETTO E ANTONIETA PALO 1917 


PALO

GENEALOGIA DA FAMÍLIA PALO
POR HÉRIO CARDINALI PALO






























COLABORADORA CRISTIANE KITTY COSTA PALO MELLO

____________________________________________________________
FILHO DE GENEROSO PALO, MÁRCIO CAI DO BONDE - 1922
___________________________________________________________________
 CASAMENTO ENTRE AURÉLIO BASSETTO E ANTONIETA PALO 1917 
 _________________________________________________________________________
FALECIMENTO DE MIGUEL ALVES VIEIRA CASADO COM COLOMBA PALO -1928

terça-feira, 22 de maio de 2018

VIOLA


Pasquale Verlangieri, casou-se e Angela (Angelina) Viola, tiveram o filho Angelo
Vicente Verlangieri. 


Registro do nascimento de Ângelo Vicente Verlangieri 
fonte de pesquisa
Monica Verlangeiro Vieira, bisneta Pasquale Verlangieri e Angela Viola,




VERLANGIERI


Pasquale Verlangieri, casou-se e Angela (Angelina) Viola, tiveram o filho Angelo
Vicente Verlangieri 


Registro do nascimento de Ângelo Vicente Verlangieri 
fonte de pesquisa
Monica Verlangeiro Vieira, bisneta Pasquale Verlangieri e Angela Viola,





terça-feira, 8 de maio de 2018

HIRATA

JOÃO SUSSUMU O DEPUTADO SÃO-MANUELENSE

João Sussumu Hirata nasceu em São Manuel em 20 de novembro de 2014 era filho de Joiti Hirata e de Yuki Hirata eles, casal de imigrantes que vieram ao Brasil na primeira década do século XX. Ainda jovem, mudou-se para São Paulo onde trabalhou como lavador de pratos, continuo e guia turístico. Formou-se advogado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1940 e posterior a isso como bolsista através do Ministério da Educação do Japão fez na Universidade Imperial de Tóquio um curso de aperfeiçoamento em Direito cabe ressaltar que neste período trabalhou também como locutor do departamento internacional da NHK onde transmitia notícias em português para os países da América Latina, conheceu Cecília Mitsyko Hirta com quem se casou, deste enlace nasceram 7 filhos. 
Com a entrada do Brasil na II Guerra Mundial, tornando-se assim inimigo do Eixo – Alemanha Itália e Japão, devido ao fato de ter abdicado de sua cidadania japonesa Sussumo foi visto como inimigo. Para não se tornar um prisioneiro de guerra, refugiou-se na região de seus ancestrais.
Após Brasil e Japão reatarem relações diplomáticas Hirata retorna ao seu país em 1951, neste período conhece Roberto de Abreu Sodré que o introduziu na política. Em 1954 concorreu à Assembleia Legislativa de São Paulo ficando na suplência pela UDN.  No ano de 1960 disputou novamente sendo eleito Deputado Estadual, posterior a isso elegeu-se deputado federal sendo reeleito para outros dois mandatos. Em 1965 após a reforma eleitoral, filou-se à Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Trabalhou também no Consulado Japonês, na Câmara do Comercio Japonesa e na Cooperativa Agrícola Bandeirante. Foi diretor da Sociedade Paulista de Cultura Japonesa.  
João Sussumu Hirata defendeu uma série de medidas governamentais que visavam fomentar a agricultura: isenções fiscais, financiamentos, suporte técnico, distribuição de sementes, entre outras. Destacou a necessidade de o governo federal adotar medidas para facilitar o uso de tratores e adubos, que em 1959 formavam a base da modernização tecnológica pela qual a lavoura passava.
Também tratou de velhos problemas, como a importação de batatas para o consumidor interno já destacada por Tamura, e o mais importante: a questão do abastecimento da Capital, pois nessa época discutia-se a construção de entreposto no Jaguaré. Hirata defendeu a aprovação da proposta, lembrando que tal medida viria a baratear o custo dos alimentos e também observou que a Secretaria da Agricultura tinha verba o suficiente para dar início à obra. Assim, o projeto foi aprovado e dez anos depois foi inaugurado o entreposto.
João Sussumu Hirata faleceu em São Paulo em 8 de novembro de 1974.

Fonte: Os nikkeis na Assembléia de São Paulo


CÂM. DEP. Deputados; CÂM. DEP. Deputados brasileiros. Repertório (5 e 6); Eleitos; Jornal do Brasil (8/11/74); Perfil (1972); SOC. BRAS. EXPANSÃO COMERCIAL. Quem; TRIB. SUP. ELEIT. Dados (3, 4, 6, 8 e 9).

CANELAS

JOSÉ BENEDITO CANELAS DE SÃO MANUEL PARA O SENADO

José Benedito Canelas nasceu em São Manuel (SP) no dia 3 de outubro de 1938, filho de Alberto Luís Canelas e de Hercília Lara Canelas.
Técnico empregado pela Companhia de Desenvolvimento do Estado de Mato Grosso (Codemat) em diversos trabalhos de integração rodoviária no estado, em 1966 elegeu-se vereador à Câmara Municipal de Cáceres (MT), cumprindo mandato até 1971. No pleito de novembro de 1970, elegeu-se deputado à Assembléia Legislativa de Mato Grosso na legenda da Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de sustentação ao regime militar vigente no país desde abril de 1964. Assumindo o mandato em fevereiro de 1971, foi líder do governo na Assembléia a partir de 1973.
Eleito em 1974 deputado federal por Mato Grosso na legenda da Arena, encerrou seu mandato estadual em janeiro de 1975 e, no mês seguinte, assumiu uma cadeira na Câmara. No exercício do mandato, foi suplente da Comissão de Minas e Energia e membro efetivo da Comissão de Agricultura e Política Rural da Câmara.
Membro do conselho deliberativo da Fundação Mílton Campos para Pesquisas e Estudos Políticos, entidade mantida pela Arena, candidatou-se ao Senado em uma das sublegendas apresentadas pelo partido em Mato Grosso. Sua candidatura ligava-se ao grupo político liderado pelo ex-governador Pedro Pedrossian, de origem pessedista, e derrotou, no pleito de novembro de 1978, por considerável margem a do também arenista José Garcia Neto, ex-governador do estado. Durante a campanha eleitoral, foi acusado de ter-se envolvido em negociações irregulares de terras, mas foi defendido junto às autoridades federais pelo futuro governador Frederico Campos.
Deixou a Câmara dos Deputados em janeiro de 1979 e, no mês seguinte foi empossado como senador. Suplente do secretário da mesa do Senado, participou ainda na condição de titular das comissões do Distrito Federal, Saúde e de Legislação Social.
Assumiu em março de 1983, a presidência da Fundação Mílton Campos.

Em 25 de abril de 1984 a emenda Dante de Oliveira, apresentada na Câmara dos Deputados, propôs o restabelecimento das eleições diretas para presidente da República já em novembro desse ano. Como a emenda não obteve o número de votos indispensáveis à sua aprovação — faltaram 22 para que o projeto pudesse ser encaminhado à apreciação pelo Senado Federal —, no Colégio Eleitoral, reunido em 15 de janeiro de 1985, Benedito Canelas votou no candidato oposicionista Tancredo Neves, eleito novo presidente da República pela Aliança Democrática, uma união do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) com a dissidência do PDS abrigada na Frente Liberal, derrotando o candidato do regime militar, Paulo Maluf. Contudo, Tancredo Neves não chegou a ser empossado na presidência, vindo a falecer em 21 de abril de 1985. Seu substituto foi o vice José Sarney, que já vinha exercendo interinamente o cargo, desde 15 de março deste ano.
Deixou o Senado em fevereiro de 1987, sem disputar o pleito de novembro de 1986 e, afastando-se da carreira política.
Casou-se com Sueli Maria de Pinho, com quem teve três filhos, faleceu em 1 de janeiro de 2016 de infarto.
Publicou Programa de colonização (1975), Plano de desenvolvimento integrado Alto Guaporé-Jauru(1976).
FONTES: CÂM. DEP. Deputados; CÂM. DEP. Deputados brasileirosRepertório 
(1975-1979); Estado de S. Paulo(5/12/78); Globo (26/4/84 e 16/1/85); 
Jornal do Brasil (5 e 22/11/78); NÉRI, S. 16Perfil (1980); Política; TRIB. SUP. ELEIT. Dados (9).
 

LIBERATI

PROFESSOR JOSÉ LIBERATI DE SÃO MANUEL A PREFEITO DE OSASCO

             José Liberatti assumiu o governo do Municipio de Osasco em 31 de Janeiro de 1970, era natural de São Manuel e chegou em Osasco em 1956 indo lecionar no Grupo Escolar Vila São José hoje denominada de Escola Estadual Júlia Lopes de Almeida. No ano de 1957 se tornou inspetor de ensino primário permanecendo no cargo por dez anos. Em 1967 assume as funções de Secretário de Educação e Cultura do governo de Guaçu Piteri, onde tem elogiada atuação, e dai saiu para se candidatar a prefeito. Foi eleito prefeito em 30 de novembro de 1969 assumindo a cadeira em primeiro de fevereiro de 1970 onde governou ate 31 de janeiro de 1973.
             Ele foi o responsável pelo desenvolvimento do primeiro Plano Diretor da cidade, que teve a contribuição do urbanista José Wilheim. 
O remodelamento da cidade teve início pelo Centro, com a abertura de avenidas que tinham a finalidade de fazer a integração dos bairros periféricos com o Largo de Osasco. 

Foi na sua gestão a construção da ponte que liga o Centro a Presidente Altino, seguida da abertura da avenida Maria Campos. 
A urbanização alcançava até a ponte do Rochdale e o trecho que liga à marginal do rio Tietê. É bom ressaltar que nesta época ainda não existia a rodovia Castelo Branco. 
Foi na gestão de Liberatti que se desenvolveu o projeto da passagem do elevado ao Jardim das Flores. Nessa época, foram abertas as principais avenidas que interligam a cidade com as avenidas dos Remédios, João Ventura, Getúlio Vargas (integração zona Norte) e Autonomistas (liga toda a região Oeste).

O prefeito José Liberatti também foi o responsável pela instalação do primeiro quartel do Corpo de Bombeiros na cidade.
Este são-manuelense se notabilizou como um dos maiores prefeitos de Osasco. 



GRUPO DE PESSOAS QUE ELEGERAM JOSÉ LIBERATTI

Quem sou eu

Minha foto
Eduardo é formado em direito pela Faculdade de Direito de São Carlos, formado em administração geral pela Faculdade Marechal Rondon, MBA em gestão estratégica de negócios pela Uninove. Foi professor em gestão empresarial na Unifac/Botucatu, profere palestras de gestão de pensamento, escritor, documentarista, Escreveu também uma coluna sobre empregabilidade no Jornal o Debate de São Manuel nos anos de 2013 e 2014, escreveu para a revista UP Cueta de Botucatu. Criador de um método próprio de ensino profissionalizante em gestão administrativa e empresarial Documentarista e pesquisador histórico. Presta consultoria na área de gestão patrimonial. Escritor é membro correspondente da Academia Botucatuense de Letras.